DICAS E CUIDADOS

Não deixe seu cachorro preso

Cachorros gostam de estar onde você está. Cachorros são animais sociáveis que adoram correr, brincar e obter atenção. Deixar seu cachorro preso pode deixa-lo infeliz e fazer com que ele venha a ter problemas de comportamento. Se você conhece um cachorro que passou toda sua vida numa corrente, converse com o dono do animal e ajude-o a compreender como a sua liberdade é importante.

Além disso, manter um cachorro constantemente preso pode prejudicar sua saúde física e emocional. Sem espaço para explorar o ambiente, fazer exercícios e interagir com pessoas ou outros animais, ele pode desenvolver estresse, ansiedade e até problemas de saúde relacionados ao sedentarismo. Oferecer um ambiente seguro, com liberdade para se movimentar e participar da rotina da família, contribui para que o cachorro seja mais feliz, equilibrado e tenha uma melhor qualidade de vida.

Ilustração sobre dar liberdade ao cachorro em vez de mantê-lo preso
Ilustração sobre viajar com o seu bichinho de estimação

Vai viajar com seu bichinho de estimação?

Cuidado! Se você vai viajar de avião, escolha uma companhia aérea que permita que o animal seja transportado num compartimento especial e não no de carga. O compartimento de carga não possui boa ventilação e a temperatura não é regulada. Muitos são os animais que se machucam ou mesmo morrem durante viagens em compartimentos de carga, portanto se a sua companhia aérea não permite que seu bichinho de estimação voe num compartimento especial, a melhor opção seria dirigir ou procurar um modo mais seguro de transporte.

Antes da viagem, também é importante acostumar o animal à caixa de transporte que será utilizada. Deixe que ele a explore alguns dias antes do embarque, colocando brinquedos, cobertores ou petiscos em seu interior para que associe o espaço a algo positivo. Além disso, mantenha a identificação do animal atualizada e consulte um médico-veterinário para verificar se ele está apto para viajar, garantindo uma experiência mais tranquila e segura para todos.

Identificação do Animal:

Uma identificação visível pode salvar a vida de gatos e cachorros. Acidentes acontecem e quando eles ocorrem, animais perdidos dependem da identificação em sua coleira contendo o nome, endereço e telefone dos donos. A cada 3 meses, verifique se a coleira não está muito apertada.

Outra medida que aumenta ainda mais a segurança do seu animal é o uso de microchip de identificação. Diferente da coleira, que pode se soltar ou ser removida, o microchip permanece com o animal durante toda a sua vida e pode ser lido por clínicas veterinárias e centros de controle animal. Em casos de perda ou fuga, ele facilita a localização dos responsáveis e aumenta significativamente as chances de um reencontro rápido e seguro.

Ilustração sobre identificação do animal com coleira e microchip
Ilustração sobre o verme do coração em cães

Proteja seu cão do verme do coração

O verme do coração (Dirofilaria immitis) é comum em áreas litorâneas, com alta prevalência em Bertioga, Guarujá e Riviera de São Lourenço. Mais de sete tipos de mosquitos podem picar seu cão e infectá-lo com larvas desse verme, que migram até o coração.

Os cães podem não apresentar sintomas por bastante tempo, mas, dependendo da quantidade de vermes, os animais podem apresentar sintomas de insuficiência cardíaca e causar lesões até em outros órgãos, podendo causar a morte.

O melhor a fazer é prevenir a doença protegendo seu cachorro com medicações antes de frequentar áreas litorâneas. Algumas medicações podem ser administradas via oral (comprimidos/tabletes) e outras pela pele, na nuca do animal.

Não perca tempo e proteja seu melhor amigo!!

Pulgas, carrapatos e mosquitos aumentam com o calor

A Clínica Veterinária Klabin vem alertar a todos sobre a proteção do seu animal e sua família nessa época de verdadeiras infestações por essas pragas.

Mosquitos podem transmitir doenças importantes como leishmaniose e dirofilariose (verme do coração).

Carrapatos podem transmitir hemoparasitoses, que podem levar a quadros de anemias severas e óbito.

Pulgas podem causar alergias e transmitir verminose ao cão, além de transmitir também hemoparasitoses para gatos.

Proteja seus animais mais rigorosamente nessas estações. Uso de produtos antipulga e anticarrapato são fundamentais e recomendados a cada 30 dias no máximo.

Quem viaja ao litoral, deve prevenir seu cão contra o verme do coração!

Quem vai a sítios, deve proteger seu animal contra a leishmaniose, usando coleiras repelentes próprias e, quando possível, fazendo a vacinação.

Lembre-se também de vermifugar seus cães e gatos a cada 6 meses no máximo.

Algumas dessas doenças são transmissíveis ao homem, portanto, proteger seus animais é também proteger sua família!

Para mais informações consulte o médico veterinário!

Clínica Veterinária Klabin

Rua Prof. Serafim Orlandi, 70

2371-5065 / 2371-6065

Ilustração sobre pulgas, carrapatos e mosquitos em cães e gatos
Ilustração sobre amassar latas para proteger gatos de rua

Ajude os gatinhos de rua: amasse a lata antes de descartar

Ao jogar fora a lata de patê que seu gatinho comeu, amasse-a. Dessa forma, os gatinhos que vivem nas ruas não se machucarão.

Muitos gatos de rua ficam com o focinho preso à lata, por isso é importante amassá-la antes de jogá-la no lixo.

Existem dezenas de casos de gatos presos a esse tipo de lata. Se você gosta de gatos, compartilhe essa mensagem e ajude a espalhar esse cuidado simples.

Você sabia que os gatos cansam por se limpar demais?

Sim, os felinos são animais tão higiênicos que precisam dormir bastante para recompor as energias. Eles dormem cerca de 18 horas por dia, e o curioso é que eles também sonham... e quando acordam ainda se sentem cansados.

Apesar de passarem boa parte do dia dormindo, os gatos não são preguiçosos. O sono é essencial para manter o metabolismo, fortalecer o sistema imunológico e recuperar a energia gasta durante as brincadeiras, caçadas instintivas e até mesmo na própria higiene.

Por isso, é importante oferecer um ambiente tranquilo para o descanso e ficar atento caso o sono excessivo venha acompanhado de falta de apetite ou mudanças de comportamento, pois isso pode indicar algum problema de saúde que merece avaliação veterinária.

Ilustração sobre gatos e o hábito de dormir muito ao se limpar
Ilustração sobre o olfato apurado dos cães

O olfato do cão é muito mais apurado que o nosso

Os cães possuem o olfato muito mais desenvolvido do que os seres humanos. Enquanto nós possuímos cinco milhões de receptores para odores, o cão possui 200 milhões. Eles, portanto, são capazes de cheirar e identificar cheiros que um ser humano jamais conseguiria sentir.

Por que os cães costumam cheirar o rabo dos outros animais? Existe uma glândula na região do ânus que identifica cada animal. O odor serve como uma espécie de impressão digital que fornece informações sobre o bicho.

Além do olfato extraordinário, os cães utilizam o nariz para explorar o ambiente, encontrar alimentos, reconhecer pessoas e até perceber mudanças emocionais e físicas nos seres humanos. Por isso, permitir que o cachorro fareje durante os passeios é uma forma de enriquecimento mental, reduzindo o estresse e estimulando seu comportamento natural, contribuindo para o bem-estar e a qualidade de vida do animal.

Leishmaniose

A leishmaniose é uma importante zoonose (doença que passa do animal para o homem), sendo que o cão é o principal reservatório. É causada pelo protozoário Leishmania chagasi e é transmitida pela picada do mosquito-palha, podendo levar à morte.

O Brasil é responsável por 90% dos casos reportados no mundo, e os casos vêm aumentando ano após ano. É mais comum nos estados do nordeste, mas já existem casos em outros estados brasileiros, inclusive São Paulo e Rio de Janeiro.

Para cães doentes recomenda-se a eutanásia. Embora haja tratamento, ele é controverso, pois os sintomas clínicos são tratados, mas o animal continua parasitado e sendo portador e, dessa forma, continua a infectar os mosquitos que se alimentam do seu sangue, aumentando o risco de transmissão da doença ao ser humano. Atualmente a tentativa de tratamento não é permitida pelo Ministério da Saúde.

Medidas de controle, como uso de repelentes químicos ou naturais, sprays, dedetização e instalação de telas protetoras, dentre outras.

Vamos fazer a nossa parte protegendo os nossos cães com a vacinação e, juntos, ajudar a combater a Leishmaniose no Brasil. Divulgue!

Logotipo da vacina Leishtec contra a leishmaniose Logotipo da vacina Hertape contra a leishmaniose

Orientações sobre Castração

Tirar as dúvidas antes da cirurgia é essencial para garantir tranquilidade e segurança para você e seu pet. Confira as perguntas mais frequentes sobre o procedimento:

Quais as vantagens de castrar meu animal?

Já existe um estudo que comprova que animais castrados vivem mais. Isso já é um bom motivo! Em fêmeas castradas há diminuição considerável do desenvolvimento de tumores de mama e outras doenças de base hormonal, além de excluir a possibilidade de infecções uterinas, muito comuns em fêmeas idosas. Nos machos, diminui a agressividade e a demarcação de território, e evita tumores e outras doenças de próstata. Os gatos ficam mais caseiros, não brigam com outros gatos e, portanto, evitam a contaminação por doenças como a AIDS felina e a leucemia, entre outras.

Castrar também pode diminuir o estresse de cães e gatos e o incômodo de subir na perna das pessoas, além de evitar a contaminação canina pelo tumor venéreo transmissível (TVT) e o sangramento da fêmea no chão da casa.

Quais os cuidados antes da cirurgia?

O médico veterinário deve solicitar, de forma obrigatória, exames que avaliam o funcionamento dos órgãos do seu animal e verificar se há alguma contraindicação para a anestesia.

Como é feita a cirurgia e a anestesia?

O paciente deve ser anestesiado, e para isso recomendamos a anestesia inalatória, a mais segura para seu animal. Aqui realizamos também anestesia local e epidural (semelhante à raqui, realizada em mulheres).

Na Clínica Veterinária Klabin, a cirurgia é realizada em local adequado (centro-cirúrgico), com material autoclavado e com uma equipe cuidadosa de pelo menos duas veterinárias. Durante todo o procedimento o paciente é monitorado com auxílio de equipamentos modernos.

Como vai ser o pós-operatório?

No dia da cirurgia, o animal volta bem para casa, caminhando, e pode se alimentar normalmente. O pós-operatório leva de 7 a 10 dias, e o paciente deve usar roupa cirúrgica ou colar elizabethano para não lamber a ferida nem retirar os pontos.

Analgésicos, anti-inflamatório e antibiótico são receitados para assegurar a qualidade da cirurgia e o bem-estar do animal. Alguns retornos podem ser solicitados pelo médico veterinário para avaliar o paciente. Repouso faz parte dos cuidados, assim como não tomar banho.

Após esse período os pontos são retirados pelo veterinário e o animal estará de alta, voltando a uma vida normal — vai tirar o colar ou a roupa, e poderá tomar banho, pular e brincar.

Qual o custo da cirurgia?

Todos esses cuidados que temos, da Clínica Veterinária Klabin, com a saúde dos animais têm um custo. Temos médicos veterinários especialistas, treinados e capacitados, materiais de primeira qualidade (não reutilizamos nada no seu animal), centro-cirúrgico equipado e higienizado. Os valores variam de acordo com a espécie, peso e sexo. Realizamos os exames aqui mesmo na clínica, em nosso laboratório.

Tenha cuidado com locais que oferecem cirurgias a preços muito inferiores e campanhas de castração, onde seu animal pode não receber a devida atenção. Os animais devem ser respeitados e bem tratados. Procure se informar sobre a qualidade do procedimento cirúrgico e anestésico, visite o centro-cirúrgico e conheça a equipe médica (cirurgião e anestesista). Castração é uma cirurgia — apesar de ser comum, pode causar complicações graves se não for realizada de forma adequada. Buscamos qualidade no tratamento médico e cirúrgico para nossa família, e devemos oferecer a mesma qualidade para nossos animais. Essa é a nossa proposta.

Ilustração sobre castração de cães e gatos
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